Noite clara em Ibitipoca
O fogo estala e queima a lenha.
Na parede ainda descansa a imagem de nossa silhueta...
Febril, inquieta, quente.
Nossas vozes, sempre roucas e aos sussuros
Cantam promessas e confissões.
É bonita a pureza do amor!
Do lado de fora do chalé
Só se ouve o puro som do que é natural.
Limpo e confortante: a voz do mato.
Do meu lado, dorme como quem não tem preocupações
Seu sono é leve, é baixo, contemplativo.
Após os tantos meses de história que nos trouxeram até aqui,
Descansamos no peito um do outro
E amamos a felicidade do sentimento mútuo.
Dividir a cama
Dividir o vinho
Dividir o silêncio
é dividir a vida.
Na parede ainda descansa a imagem de nossa silhueta...
Febril, inquieta, quente.
Nossas vozes, sempre roucas e aos sussuros
Cantam promessas e confissões.
É bonita a pureza do amor!
Do lado de fora do chalé
Só se ouve o puro som do que é natural.
Limpo e confortante: a voz do mato.
Do meu lado, dorme como quem não tem preocupações
Seu sono é leve, é baixo, contemplativo.
Após os tantos meses de história que nos trouxeram até aqui,
Descansamos no peito um do outro
E amamos a felicidade do sentimento mútuo.
Dividir a cama
Dividir o vinho
Dividir o silêncio
é dividir a vida.
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