Taças em sombra
O líquido vermelho tateia os cantos do copo
Refrata na parede
Conjunto aquoso imagético.
É na mão dele que o copo descansa...
Na mesma mão que aperta meu corpo
e acaricia meu rosto após um ou dois goles.
Ele sorri contra a luz da rua que entra pela janela,
é bonito o contorno amarelo no seu cabelo loiro.
Na parede meus cachos sempre desarrumados
nossa silhueta, doce luz impedida, puro tato...
Somos o todo que está em nós.
Somos tudo o que o universo é.
Com os lábios colados, num abraço apertado,
na sombra que circula as taças inquietas,
somos um.
E fora da sombra,
somos também.
Refrata na parede
Conjunto aquoso imagético.
É na mão dele que o copo descansa...
Na mesma mão que aperta meu corpo
e acaricia meu rosto após um ou dois goles.
Ele sorri contra a luz da rua que entra pela janela,
é bonito o contorno amarelo no seu cabelo loiro.
Na parede meus cachos sempre desarrumados
nossa silhueta, doce luz impedida, puro tato...
Somos o todo que está em nós.
Somos tudo o que o universo é.
Com os lábios colados, num abraço apertado,
na sombra que circula as taças inquietas,
somos um.
E fora da sombra,
somos também.
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