Feito sacola
Feito sacola perdida na rua que voa sem rumo
Dançante, inquieta, completamente sem prumo
Vago pelas linhas entre a mente e coração...
Carregada de poesia estética
Vazia de direção.
Quando foi que começou a ideia fixa que me apavora?
É difícil seguir leve com tanto peso no mundo lá fora.
No amor que eu deixei florescer cheio de certezas
O mundo joga sujo para desmanchar toda pureza
O que é semelhante e o que se difere,
O que afasta e o que enriquece...
Já nem sei catalogar.
Do sorriso que tranquiliza à paranoia sem sentido
o caminho é rápido. Frágil. A luta é brava.
Mas como a sacola que flutua levinha
Quero ver o vento passar por mim
Me levar no fluxo da sua essência
Lavar tudo de sujo que minha mente pensa.
Pra voltar a ser como se deve...
Brisa breve.
Dançante, inquieta, completamente sem prumo
Vago pelas linhas entre a mente e coração...
Carregada de poesia estética
Vazia de direção.
Quando foi que começou a ideia fixa que me apavora?
É difícil seguir leve com tanto peso no mundo lá fora.
No amor que eu deixei florescer cheio de certezas
O mundo joga sujo para desmanchar toda pureza
O que é semelhante e o que se difere,
O que afasta e o que enriquece...
Já nem sei catalogar.
Do sorriso que tranquiliza à paranoia sem sentido
o caminho é rápido. Frágil. A luta é brava.
Mas como a sacola que flutua levinha
Quero ver o vento passar por mim
Me levar no fluxo da sua essência
Lavar tudo de sujo que minha mente pensa.
Pra voltar a ser como se deve...
Brisa breve.
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