fora de mim
Do alto da cabeça onde dizem viver a razão
feito represa sem barragem que alaga tudo
tomou conta de mim uma raiva explosiva
de repente, eu era um turbilhão, sem noção
queria pedir ajuda mais não sabia como
os sentimentos se transformaram em ação
quando vi já estavam mil cacos no chão
a mão trêmula sem entender o porque.
Mas queria mais,
queria a mesa
todos os pratos
a televisão...
Coitado do gato
assustado.
Caí de costas no vidro quebrado
ser ar, sem vontade, sem visão
busquei conforto no abraço
feri o outro de antemão.
E quando a fúria passa e a calma chega
descansa sobre mim a culpa de sentir
não controlo a vergonha de existir
por maltratar quem nada tem a ver,
por ser aquilo que nem eu quero ser...
por explodir.
feito represa sem barragem que alaga tudo
tomou conta de mim uma raiva explosiva
de repente, eu era um turbilhão, sem noção
queria pedir ajuda mais não sabia como
os sentimentos se transformaram em ação
quando vi já estavam mil cacos no chão
a mão trêmula sem entender o porque.
Mas queria mais,
queria a mesa
todos os pratos
a televisão...
Coitado do gato
assustado.
Caí de costas no vidro quebrado
ser ar, sem vontade, sem visão
busquei conforto no abraço
feri o outro de antemão.
E quando a fúria passa e a calma chega
descansa sobre mim a culpa de sentir
não controlo a vergonha de existir
por maltratar quem nada tem a ver,
por ser aquilo que nem eu quero ser...
por explodir.
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