Pele e poesia

Ouvi falar que é errado
Que é melhor ter o corpo censurado
Que o certo é deixar guardado, fechado
Para os olhos que insensatamente maliciam
Aquilo que eles vêem como valor de mercado.

Mas corpo não é mercadoria,
Muito pelo contrário, é poesia.
Um poema de rimas livres,
De estrofes infinitas,
E de título autoral.

(Onde não há espaço para crítica
de quem não participa dessa construção.)

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