Lá vem ele
No quarto escuro, respiro minha existência.
Inspiro nostalgia. Expiro saudade.
Teu nome nas entrelinhas de uma das canções
saltita diante de mim como a água em aço quente.
Fico aqui dando voltas mentais, sozinha na cama,
nunca encontro uma forma de seguir em frente.
Não importa o tempo que passa... você fica.
Feito um bumerangue, sempre volta (direto na minha testa).
E eu, feito uma criança, cambaleio, corro, tento pegar e
nunca alcanço. Porque bumerangue que dá volta demais
nunca vai acertar em cheio lugar algum.
E brinquedo que nunca dá certo, perde o apreço de quem brinca.
Inspiro nostalgia. Expiro saudade.
Teu nome nas entrelinhas de uma das canções
saltita diante de mim como a água em aço quente.
Fico aqui dando voltas mentais, sozinha na cama,
nunca encontro uma forma de seguir em frente.
Não importa o tempo que passa... você fica.
Feito um bumerangue, sempre volta (direto na minha testa).
E eu, feito uma criança, cambaleio, corro, tento pegar e
nunca alcanço. Porque bumerangue que dá volta demais
nunca vai acertar em cheio lugar algum.
E brinquedo que nunca dá certo, perde o apreço de quem brinca.
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